Jul 22
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Sociedade civil diz que tensão político-militar pode comprometer eleições gerais PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por kamba de almeida   
Quarta, 14 Maio 2014 07:10

Sociedade civil diz que tensão político-militar pode comprometer eleições gerais

Falta de confiança dos cidadãos nos políticos resulta em altas taxas deabstenções

As organizações da sociedade civil em Moçambique temem que a demora na resolução do diferendo político que opõe o Governo e a Renamo coloque em causa a realização das eleições gerais de Oututro.

Falando esta terça-feira num debate sobre a contribuição da sociedade civil para o retorno da paz, o Bispo Dinis Matsolo defendeu que o arrastamento da tensão político–militar por “muito tempo” pode resultar no distanciamento entre o executivo e o maior partido da oposição, situação que provocaria uma instabilidade política

Já o jornalista e activista social Tomás Vieira Mário defende que a classe política deve aproveitar as eleições de 15 de Outubro para credibilizar o processo democrático. Segundo explicou, os cidadãos já não confiam nos políticos, situação que se explica pelas altas taxas de abstenções nos pleitos eleitorais.

 
Marido queima esposa com água fervida por receber chamada telefônica PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por kamba de almeida   
Quarta, 14 Maio 2014 07:08

Marido queima esposa com água fervida por receber chamada telefônica

Um cidadão identificado por António Fabrício, queimou, na tarde desta terça-feira, a sua esposa de nome Stefania Pedro, com água quente, depois desta ter recebido uma chamada telefónica que terá dispertado o ciúme por parte do seu marido. O facto occoreu no bairro de Sinacura, na famosa zona Triângulo, em Quelimane.

O indiciado suspeitou que a esposa estava a traí-lo com o seu cunhado que se encontra na cidade de Maputo. Depois de Stefania ter recebido a chamada, Fabrício mandou-a aquecer água, alegando que pretendia tomar banho. Entretanto, com a água a ferver, eis que Fabrício resolve deitar a água quente sobre o corpo da sua parceira causando-a queimaduras graves no peito, na perna e no braço.

A vítima deu entrada no Hospital Provincial de Quelimane. O médico que a assistiu explicou que a queimadura causada é de primeiro grau, mas neste momento está afastado o risco de vida.

 
PRM não vê motivos para indignação da Associação de Juízes PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por kamba de almeida   
Quarta, 14 Maio 2014 07:00

PRM não vê motivos para indignação da Associação de Juízes

Polícia diz que fez seu trabalho

A morte do juiz Dinis Francisco Nhavotso Silica está cada vez mais a aumentar as divergências entre a Polícia da República de Moçambique (PRM) e a Magistratura Judicial. O porta-voz do comando geral da PRM, Pedro Cossa, disse, ontem, que não entendia o motivo das críticas feitas pela Associação de Juízes de Moçambique pelo facto de se ter apresentado publicamente os 3.7 milhões de meticais encontrados na viatura daquele magistrado, o que está a associar a sua morte à corrupção.

"Todas as vezes que é detido alguém, é assassinado alguém, nestas circunstâncias, nós sempre dizemos o que foi encontrado no local do assassinato da pessoa, o que foi encontrado aquando da detenção de uma pessoa. Agora, os passos seguintes, esses sim, é que por força da lei, que estabelece o segredo de justiça, não podemos ir ao detalhe", explicou Cossa.

 
“Não aceito que seja cercado por forças do governo” PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por kamba de almeida   
Segunda, 05 Maio 2014 08:41

“Não aceito que seja cercado por forças do governo”

Afonso Dhlakama em entrevista

Guebuza, ou seja quem for membro da Frelimo. Aquilo que dizem não é o que fazem. Se a Frelimo fosse sincera e credível, estaria tudo feito. A guerra cessou em 1992 e nessa altura já teríamos estabelecido de facto um laço de confiança. Mas são instáveis. Falam de paz hoje, mas dia seguinte atacam. Não aceito, de maneira alguma, que seja cercado pelas forças governamentais, vindas de Maputo com intenção de me aniquilar. Se vier hoje, podemos sentar. Só saio se retirarem todas as forças militares governamentais.

A Frelimo exibe canhões todos os dias e ninguém diz nada. Mas se Dhlakama mandar um batalhão para atravessar o rio Save, a dois quilómetros de Inhambane ou de Gaza, todo o mundo irá gritar. Mas todos temos os mesmos direitos como seres humanos.

 

Julga que as forças governamentais querem matá-lo?

Não são eles. Mas são os dirigentes da Frelimo. Eles são um instrumento usado para me matar e nem sabem por que aqui estão.Uns desistem, outros fogem para África do Sul. Os países vizinhos estão cheios desses “piriquitos”. Foram mandados sem saber. Não é aquele Macaringue, nem o Graça. Eles apenas recebem ordens. Não se trata de um problema político, mas sim militar.

Mas de quem são as ordens?

São do presidente, que é Comandante-em-Chefe, Armando Guebuza.

Você pensa que o Graça pode planificar matar-me sem ordens? Seria preso.

Neste momento, o que é preciso para o cessar-fogo?

É preciso que façamos um acordo sério. Porque cessar-fogo não significa nada. Queremos um acordo não do cessar do fogo apenas, porque poderíamos acordar cessar o fogo 20 vezes por dia, mas as pessoas continuariam a disparar.

É preciso negociar com boa-fé e chegar a um entendimento. Por exemplo, dissemos que juntassem as forças da Renamo e as Armadas para criar um exército credível como instituição do Estado, e não aquela fantochadas das FADM que tem o “cartão vermelho””. Mas não é do interesse deles que haja esta junção. Contrariaram aquele acordo de Roma, 50% Renamo, 50% Frelimo. E mais: querem até desarmar meia dúzia de guardas que protegem o presidente da Renamo. Tem medo de meia dúzia e querem que Dhlakama não tenha medo da Intervenção Rápida, da polícia e da FADM; mas eles querem que eu acredite que têm medo de quatro ou 20 seguranças da Renamo, isto é absurdo e má-fé. Já teríamos cessado fogo há muito tempo, meu amigo. É que não estou em Maputo, estou no mato e às vezes não tenho tempo para esclarecer bem através dos meios da comunicação social. Só querem aniquilar a Renamo fisicamente, arrancar as armas; não posso aceitar, porque não sou filho da Frelimo. Tenho direitos como cidadão e a constituição defende o meu partido também. Portanto, se a Frelimo não nos quer, arranje uma ilha para nos colocar.

Está disposto a conversar com o presidente Guebuza em Santungira?

Claro que sim. Pergunte ao Dom Dinis Sengulane, professor doutor Lourenço do Rosário e ao Observatório Eleitoral; vinham sempre negociar para saber se seria na Beira ou em chimoio. As coisas já estavam maduras.

 
Assembleia da República propõe criminalização da embriaguez PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por kamba de almeida   
Segunda, 05 Maio 2014 08:39

Assembleia da República propõe criminalização da embriaguez

A Comissão dos Assuntos Constitucionais, Direitos Humanos e de Legalidade da Assembleia da República (AR) vai propor penas de 24 horas de detenção em estabelecimentos policiais para todo o cidadão que se apresente embriagado em locais públicos.

Esta é uma das propostas contidas no Projecto de Revisão do Código Penal, que já foi apreciado na especialidade ao nível daquela comissão, aguardando discussão em plenário.

A proposta parte do princípio de que o álcool é uma droga e - não obstante não haver a necessidade de ser criminalizada na dimensão das outras “drogas mais leves” - tendo em conta as atitudes que geram nos consumidores.

 


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