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O Moza Banco afasta qualquer possibilidade de contágio relativamente ao Banco Espírito Santo, que controla 49% da instituição financeira moçambicana. Diz ainda que a relação com o BES se mantém Prakash Ratilal é o presidente do Conselho de Administração PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por kamba de almeida   
Sábado, 09 Agosto 2014 17:19

O Moza Banco afasta qualquer possibilidade de contágio relativamente ao Banco Espírito Santo, que controla 49% da instituição financeira moçambicana. Diz ainda que a relação com o BES se mantém

Prakash Ratilal é o presidente do Conselho de Administração do Moza Banco, controlado em 51% pela Moçambique Capitais, sendo os restantes 49% pelo Banco Espírito Santo (BES).

O BES é uma instituição financeira portuguesa que atravessa uma crise profunda, tendo sido dividido em duas partes, após um prejuízo histórico de 3,5 mil milhões de euros e várias irregularidades detectadas pela autoridade monetária. Foi criado o “Banco Mau”, que agrega os activos tóxicos, e o “Banco Novo”, uma espécie da parte saudável do BES. A possibilidade de contágio do accionista do Moza Banco e de uma  mudança de estratégia da instituição são descartadas por Prakash Ratilal. Acompanhe a entrevista:

 

 Que impacto a decisão de restruturação do Banco Espírito Santo pode ter no Moza banco, considerando que o BES controla 49% de participações no Moza Banco?

Não aconteceu nada até agora e não prevejo que venha a acontecer. A nossa parceria, a nossa relação, continua. Muitos falam de um possível efeito de contágio do que está a acontecer em Portugal no Moza banco. É preciso considerar que nós somos Moza banco, não é um Espírito Santo Moçambique.

O maior capital do Moza Banco, 51%, é controlado pela Moçambique Capitais, que é um grupo de cerca de 400 accionistas, e os restantes 49% são do BES. Nós temos um modelo de governação em que se separa o interesse do accionista daquilo que são os interesses dos gestores. A Comissão Executiva é que lida com isso, aliás, uma Comissão Executiva altamente competente. Ela está comprometida com o funcionamento do dia-a-dia do Moza banco, de acordo com o plano estratégico que temos e que foram os accionistas que desenharam. Os accionistas só se encontram de tempos em tempos, em assembleia-geral, uma vez por ano, normalmente, e no conselho de administração de três em três meses. O dia-a-dia do banco está sob responsabilidade da Comissão Executiva e do presidente da comissão executiva, que, como sabem, é o doutor Ibraimo Ibraimo, que é uma pessoa qualificada, com referências inclusive no sector bancário e nas finanças. Portanto, o Moza banco está bem.

 

Está a dizer que não há possibilidade de contágio?

Para haver contágio, deve existir um canal de transmissão. E qual é o canal de transmissão que pode existir para que os problemas que se verificaram em Portugal possam ter implicações em Moçambique? Primeiro, vou explicar como funciona o mercado onde estava o BES e onde vai estar o Novo Banco: Portugal está inserido no mercado da União Europeia, onde não há fronteiras, onde as transacções são livres no mercado - no mercado de mercadorias, no mercados dos invisíveis e no mercado de capitais - é totalmente na europa. Um empresário alemão, italiano, norueguês que tenha poupanças e queira aplicar, através da internet, ele entra na euronext, que é a bolsa prevalecente em vários mercados mundiais, e ali ele determina o que quer comprar ou vender. Em segundos, faz a transacção sem autorização de ninguém, porque ele está dentro de um espaço livre.

Neste caso, o efeito contágio de BES ao Moza banco seria se nós estivéssemos num mercado livre, e nós não estamos. Estamos no mercado livre para importar e exportar dentro de certas condições. O pagamento de invisíveis é feito obedecendo a contratos aprovados pelo Ministério das Finanças e, para importação e exportação de capitais,  tudo passa pelo Banco de Moçambique, que tem que dar uma aprovação prévia. Sem esta aprovação prévia não há nenhum movimento de capitais, portanto, não há nenhuma entidade, incluindo o BES e seus efeitos negativos, que possam ter impacto no Moza Banco ou em qualquer entidade em Moçambique. Este facto de que Moçambique vive numa economia relativamente fechada, uma economia em que obedece aos ditames do Banco Central, impede este movimento de capitais e, consequentemente, impede a alteração, a volatilidade dos preços, como o que acontece nas bolsas internacionais. Segundo facto é que o Moza banco não está na bolsa, portanto, as suas acções não são vendáveis, são vendáveis dentro de regras que estão pré-determinadas nos estatutos. Ora, os estatutos do Moza banco dizem que qualquer accionista que queira vender as suas acções, a primeira preferência é o outro parceiro, o que quer dizer que se o BES quisesse vender as suas acções em Moçambique, o direito de preferência seria para Moçambique capitais, e nós teríamos um prazo determinado, creio que são trinta dias, para dizer sim ou não, e só depois, é que é livre. Ora, este processo é relativamente longo e não mexe facilmente no valor das acções nem mexe na facilidade de vendas das acções. Outro mecanismo de contágio seria se nós tivéssemos os nossos fundos aplicados no BES e, estando o BES com dificuldades, os nossos activos pudessem perder-se. Ora, nós não devemos nada aos BES, nem este tem créditos sobre nós de qualquer natureza.

 

 

O capital de 49% do BES está totalmente realizado?

O capital é o dinheiro que entra na sociedade e fica imobilizado, portanto, o BES não pode retirar, portanto, aquele capital está lá, já foi pago. Os capitais para realizar este ano já foram realizados, o Moza banco, que começou com 45 milhões de dólares de capitais no início do ano, passou para 61, portanto, o nosso banco fortaleceu os seus capitais em Maio, e o próximo aumento de capitais está previsto para meados do próximo ano, e assim sucessivamente. Contudo, são estes mecanismos de transmissão que não existem e é por isso que estamos tranquilos, o Moza banco está em crescente. Os depositantes moçambicanos podem ficar tranquilos, pois não há nenhuma possibilidade de perderem o seu dinheiro.

 

O Banco Espírito Santo tem a participação de 49% por meio da filial BES África SGPS-SA. Qual é a situação desta holding no meio desta crise?

Todo o capital do BES África pertencia ao então BES, agora, provavelmente, deverá pertencer ao novo banco, transferência poderá ser automática. Para nós, o que conta é que o accionista com quem correspondemos é o BES África. qualquer alteração da natureza desta vai ter que passar pela aprovação do Banco de Moçambique. Creio que nós somos um caso de sucesso, é por isso que não fomos mencionados em nenhum problema ou caso de lixo tóxico.

 

As participações do BES no Moza banco estão do lado do banco mau, do lado do  banco bom ou ainda não existe uma decisão muito clara em relação a isso?

Vou, primeiro, explicar o que é um banco mau! Todos os bancos do mundo têm na sua carteira de depósitos um conjunto de clientes ou que estão atrasados ou que estão em situação de não pagamento, portanto, os créditos são chamados morosos ou créditos incobráveis. Este créditos irregulares são constituídos conjuntamente para aquilo que se designou chamar um banco mau. Naturalmente, alguns desses créditos vão ser recuperados, outros possivelmente não. O banco bom é um banco normal, que se pretendeu isolar daquelas oscilações do dia-a-dia que perturbam o funcionamento normal dos activos bons que havia no sistema de transacções do BES. Indo para a sua questão, as participações do BES no Moza banco não estão em causa, estamos bem, não está nada irregular, posso dizer que está no lado mais e que está a acrescentar valor.

 

Sentem-se estáveis em continuar com a parceria com o BES depois desta convulsão toda?

A vida das empresas, dos bancos, é um risco. Volto a reiterar que este não é um Banco Espírito Santo em Moçambique. Moza banco é um banco independente, que não tem um cordão umbilical com a antiga metrópole. São dois países independentes, dois bancos distintos. O banco a que presido com outros colegas toma decisões em Moçambique, nós não dependemos de decisões que vêm de fora.

“Não dependemos de decisões de fora”

Dependemos, sim, do plano estratégico que foi desenhado e o que a assembleia-geral decidir.

 

Não poderemos viver uma situação de venda dos 49% ou parte dessas acções do BES em Moçambique?

Isso compete ao parceiro e não a nós. a nós competirá decidir se queremos comprar ou não! 

O Banco Espírito Santo foi restruturado, esta semana, pelo Banco de Portugal, após prejuízos históricos de 3.5 mil milhões de euros. Passaram a existir dois bancos, o novo banco e o banco mau. No fundo, o banco mau é o BES com todos os activos tóxicos e irregularidades afins e o novo banco é a parte saudável do BES. Antes de entrarmos para questões de detalhes e para que a maior parte dos moçambicanos possa perceber, o que é está a acontecer em Portugal com o Grupo Espírito Santo e o Banco Espírito Santo que tem uma relação com Moçambique, através do Moza banco?

A família Espírito de Santo tinha dois corpos vertentes, um que era a parte financeira, que é o Banco Espírito Santo, e outra parte não financeira, que eram as diversas empresas do grupo, desde agrícolas, de turismo, hotéis, agências de viagens, etc., portanto, era um grupo que se desenvolveu nos últimos 30, 40 anos em Portugal, no Brasil e noutros países. O que sucedeu neste período é que empresas do Grupo Espírito Santo, por causa da crise internacional, por causa de dificuldades várias, entraram numa situação de irregularidades em termos de responsabilidades que tinham junto do banco, o que significa que, na gestão do banco, por critério de supervisão do Banco de Portugal, entraram em imparidade, o que significa que não pagaram os créditos em datas apropriadas. Do pouco que sei, que tenho lido, ouvido e conversado com dirigentes do Banco Espírito Santo, o que sucede é que um certo limite de tempo foi esgotado e aqueles créditos continuavam, e mesmo assim a relação entre o banco o sector não financeiro continuou e foi avolumando o défice de créditos não pagos e chegou um momento que explodiu! Explodiu por razões que amplamente foram divulgadas e a solução encontrada foi aquela expressa  pelo governador do Banco de Portugal há pouco tempo.

 
Novos conselheiros A Assembleia da República aprovou, esta quinta-feira, a eleição de novos membros do Conselho Superior da Magistratura Judicial (CSMJ) e do Conselho Superior da Magistratura Administrativa (CSMA). Para o CSMJ, foram eleitos Luzia Raimu PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por kamba de almeida   
Sábado, 09 Agosto 2014 17:12

Magistraturas superiores com novos conselheiros

Novos conselheiros

A Assembleia da República aprovou, esta quinta-feira, a eleição de novos membros do Conselho Superior da Magistratura Judicial (CSMJ) e do Conselho Superior da Magistratura Administrativa (CSMA).

Para o CSMJ, foram eleitos Luzia Raimundo Jamal Munete, Alexandre Argito Menato Chivale, Manuel Lapucheque, Pedro Amós Cambula e Francisco João José Dias, enquanto, para o CSMA, foram eleitos Filimão Joaquim Suaze e Rodrigues João.

A eleição daqueles membros mereceu consenso e unanimidade das três bancadas parlamentares, depois de ter sido chancelada pela Comissão dos Assuntos Constitucionais, Direitos Humanos e de Legalidade (CACDHL), que deu deferimento às candidaturas.

Segundo o parecer daquela comissão, os eleitos reúnem os requisitos necessários para a eleição. “São idóneos e possuem conhecimento e experiência em matérias relacionadas com os conselhos superiores das Magistraturas Judicial e Magistratura Administrativa”, refere o parecer.

Alexandre Chivale e Filimão Suaze notabilizaram-se na opinião pública nacional como comentadores em programas da televisão pública nacional. A sua nomeação aos cargos que passam a ocupar resultou de uma indicação do partido Frelimo, que, tal como a Renamo, tiveram o direito para propor as candidaturas.

Antes de serem submetidos ao escrutínio parlamentar, os novos conselheiros passaram por provas orais, na CACDHL.  

Na auscultação realizada aos concorrentes, a comissão procurou inteirar-se dos seus anseios e, das respostas dadas, este grupo de especialidade constatou que “os mesmos responderam às perguntas de forma completa, o que satisfaz a Comissão”.

 
Henrique Granadeiro O presidente-executivo da Portugal Telecom, Henrique Granadeiro, demitiu-se, ontem, das suas funções. Esperou que o assunto da Rioforte e da fusão ficasse resolvido. E diz acreditar, na carta de renúncia, que a auditoria que está a se PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por kamba de almeida   
Sábado, 09 Agosto 2014 17:08

Henrique Granadeiro

O presidente-executivo da Portugal Telecom, Henrique Granadeiro, demitiu-se, ontem, das suas funções. Esperou que o assunto da Rioforte e da fusão ficasse resolvido. E diz acreditar, na carta de renúncia, que a auditoria que está a ser realizada na PT “evidenciará os processos e as causas do incidente e demonstrará que sempre agi no melhor interesse da PT”.

Presidente Executivo da PT demite-se

Segundo o Jornal de Negócios de Portugal, o gestor renunciou aos cargos de presidente do conselho de administração e da comissão executiva da Portugal Telecom SGPS.

O presidente da PT explica, numa missiva escrita, que não se demitiu antes porque considerava ser seu dever salvar o projecto de fusão e “garantir as condições de igualdade na condução da futura empresa resultante da integração”.

Na carta de renúncia, apresentada esta quinta-feira, 7 de Agosto, ao conselho de administração da PT, a que o “Negócios” teve acesso, Henrique Granadeiro garante ter sido “surpreendido” com a situação de incumprimento “generalizado” do Banco Espírito Santo para com a PT. Explica, tal como o fez numa missiva escrita ao “Negócios”, que entendeu nessa altura “assumir o encargo de evitar ou minorar as consequências do ‘default’ na esfera patrimonial da PT e na continuidade do processo de fusão com a Oi já na sua fase final”.

E por isso garante ter defendido os interesses do grupo, culminando no acordo com a Oi no processo de fusão que tem agora de ser sufragado pelos accionistas da PT a 8 de Setembro.

E é na preparação dos trabalhos preparatórios para a assembleia-geral que Henrique Granadeiro entendeu sair. “Convivo bem com os meus actos, mas não com os encargos e responsabilidades de outros”, diz na carta de renúncia, acreditando que a auditoria que está a ser feita na PT às aplicações “evidenciará os processos e as causas do incidente e demonstrará que sempre agi no melhor interesse da PT, dos seus colaboradores e de todos os accionistas”.

Trabalhadores reiteram que todos envolvidos no caso Rioforte devem sair

A Comissão de Trabalhadores da Portugal Telecom (PT) reiterou, ontem, que todos os responsáveis envolvidos no investimento na Rioforte, do Grupo Espírito Santo (GES), têm de apresentar demissão aos cargos, à semelhança de Henrique Granadeiro.

Em declarações à Lusa, fonte da CT da operadora disse que “todos os envolvidos têm de seguir o caminho de Henrique Granadeiro”, que hoje apresentou a renúncia aos cargos de presidente-executivo e do conselho de administração da operadora, que está em processo de fusão com a brasileira Oi. “Continuamos a reivindicar que têm de ser apuradas as responsabilidades de todos os envolvidos”, salientou um dos membros da Comissão de Trabalhadores.

 
Gaza e Inhambane estarão às escuras no domingo As províncias de Gaza e Inhambane ficarão privadas de energia eléctrica no domingo, na sequência de uma vandalização de uma torre de corrente eléctrica no distrito de Manhiça, na província de Maputo. O apagã PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por kamba de almeida   
Sábado, 09 Agosto 2014 17:03

Vandalização de uma torre

Gaza e Inhambaneestarão às escuras no domingo

As províncias de Gaza e Inhambane ficarão privadas de energia eléctrica no domingo, na sequência de uma vandalização de uma torre de corrente eléctrica no distrito de Manhiça, na província de Maputo. O apagão será para dar espaço aos trabalhos de reparação da torre alta tensão.

Celso Saete, responsável pela divisão de transporte de energia na província de Maputo, da empresa EDM, explicou a torre em causa terá sofrido um embate de uma viatura, provocando uma problemas graves que precisam de uma intervenção pontual. “Não intervindo, teríamos problemas num futuro breve, das duas torres adjacentes. Uma da frente e outra de trás”, explicou.

O corte de energia deverá acontecer entre 6 e 16 horas e a empresa Electricidade de Moçambique estima que sejam afectadas cerca de 120 mil consumidores.

A torre em causa faz parte da linha de alta tensão que transporta energia a partir da subestação de Infulene para as províncias de Gaza e Inhambane.

A sua reparação vai custar cerca de um milhão de meticais.

Na mesma ocasião Saete queixou-se de existência de alegados grupos que têm estado a vandalizar as torres da EDM sobretudo na província de Maputo. Em 2013, a EDM investiu mais de 10 milhões de meticais para a reparação de danos causados pela vandalização.

Recorde-se semana passada, a zona sul do país ficou uma manha inteira sem corrente eléctrica devido a problemas registados na subestação do Infulene, em Maputo

 
“Caso espionagem dos EUA” O ex-analista de inteligência americano e prestador de serviço na Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos (NSA) Edward Snowden, procurado pelos EUA por reportar segredos sobre programas de monitoramento electrónico, rece PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por kamba de almeida   
Sábado, 09 Agosto 2014 16:59

Snowden na Rússia por 3 anos

“Caso espionagem dos EUA” O ex-analista de inteligência americano e prestador de serviço na Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos (NSA) Edward Snowden, procurado pelos EUA por reportar segredos sobre programas de monitoramento electrónico, recebeu permissão de residência de três anos na Rússia, disse o seu advogado russo esta quinta-feira.

A decisão foi tomada num momento em que as relações de Moscovo com o Ocidente estão no estágio mais tenso desde a Guerra Fria, especialmente devido às acções da Rússia na Ucrânia. Além disso, os russos embargaram certas importações de alimentos dos EUA, da União Europeia, da Austrália, do Canadá e da Noruega, esta quinta-feira, em resposta às sanções ocidentais.

“A decisão sobre o pedido foi aceite. assim, com efeito a partir de 1º de agosto de 2014, Edward Snowden recebeu uma permissão residencial de três anos”, disse Anatoly Kucherena.

“No futuro, o próprio Edward tomará a decisão sobre se ficará e vai requerer cidadania russa ou irá para os Estados Unidos”, acrescentou Kucherena,

O advogado disse que Snowden pode requerer a cidadania em 2018, após morar na Rússia por cinco anos, mas acrescentou que o norte-americano ainda não decidiu se quererá ficar ou ir embora.

Entretanto, o porta-voz do Conselho de Segurança da Casa Branca, Ned Price, disse que Snowden precisava de retornar aos EUA e enfrentar acusações relacionadas com o vazamento de informação.

“O sr. Snowden enfrenta acusações aqui nos Estados Unidos. Ele deve retornar aos EUA assim que possível, onde será submetido a todo o processo devido”, referiu.

 


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